29 agosto 2010

Essa semana foi cheia de acontecimentos, alguns remetem a minha vida pessoal. No entanto esse blog não foi feito para mim falar sobre isso e sim sobre questões políticas, vinculadas principalmente com a Universidade. Quem passou pela UFSC essa semana percebeu que havia uma grande movimentação de pessoas diferentes na universidade, devido ao Fazendo Gênero 9; pode ver também na quinta-feira o inicio das mobilizações contra a volta das taxas na UFSC; no fim de semana agora esta acontecendo o 1º festival de Música da UFSC, em comemoração aos 50 anos da universidade; e pra quem não esteve na UFSC, presenciou um fenomeno nos céus de assustar. Vou comentar um pouco cada um desses 4 acontecimentos.

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Fazendo Gênero 9
Provavelmente o maior evento que discute as relações de gênero, organizado pelo Instituto de Estudos de Gênero chegou a sua nona edição, com o tema "Diásporas, Diversidades e Deslocamentos". O evento sempre realizado na UFSC, contou com mais de 4000 inscritos e teve participação de importantes nomes do Brasil e do mundo na área.
Não consegui participar de muita coisa, pois estava trabalhando como monitor do evento. Porém me chamou a atenção a crítica, de algumas pessoas que apresentaram trabalho no evento (Não me recordo do nome de todos, mas tenho anotado no meu caderno se quiserem saber), com a desvinculação dos trabalhos feministas feitos dentro da acadêmia sem qualquer vínculo com a realidade. Num tema que se propõem a pensar e transformar relações sociais, seus problemas e dogmas, é díficil entender como essa desvinculação possa ocorrer. No entanto como em qualquer área do conhecimento, existem aqueles (e não são poucos) que se fecham no seus estudos e pesquisas, dentro dos muros da universidade, pouco resolvendo os problemas a que se propõem a resolver.
Não vou me estender muito nesse ponto, mas pretendo retoma-lo assim que forem publicados os textos apresentados no evento no site do Fazendo Gênero.

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O retorno das taxas administrativas da UFSC
Essa semana ocorreram as primeiras manifestações contra o retorno das taxas administrativas. O DCE lançou carta colocando sua posição, na qual eu compartilho, que segue abaixo:

Na ultima reunião do Conselho de Curadores, realizada no dia 5 de julho, foi aprovada uma resolução normativa que retoma e reajusta os valores das taxas acadêmicas cobradas para emissão de segunda via de diplomas, certificados e histórico escolar; para revalidação de diplomas de graduação expedidos no estrangeiro, reconhecimento de diplomas de pós-graduação no estrangeiro e registro de diploma expedido em outras instituições de Santa Catarina; além da cobrança de taxas para matriculas em disciplinas com reprovação por frequência insuficiente (a chamada taxa de FI) e para matriculas isoladas como aluno ouvinte. A taxa para reconhecimento e revalidação de diplomas é dispensada para servidores da UFSC. O Valor dessas taxas variam entre 50 e 2.000 reais.

A cobrança de diversas taxas havia sido suspensa após ação movida pelo Ministério Público em 2008. Porém em audiência realizada em janeiro desse ano entre o MP e a UFSC foi estabelecido acordo que encaminhava pelo retorno das taxas já citadas.


Decisão fere Constituição Federal.


A decisão tomada pela UFSC fere o principio da gratuidade do ensino público garantido pela constituição federal. Esse artigo tem por base garantir o acesso a educação pública a todas as pessoas independente de suas condições financeiras. A educação pública superior que já é restrita no Brasil, com essas taxas cria mecanismos de se restringir mais ainda àqueles que podem pagá-las, seja no caso da disciplina isolada para aluno ouvinte, no caso da validação de diploma ou mesmo da taxa de FI.

Fica claro a visão errônea da função da universidade, ao fechá-la em si própria, já que cobra valores altos para estudantes poderem assistir disciplinas sem serem alunos da UFSC, tendo que pagar 50 reais, ou cobrar taxas de até 2 mil reais para estudantes validarem seus diplomas, o que não é feito para servidores e professores da UFSC. Não percebem que a função da universidade é voltar-se para seu povo e servir a toda a sociedade e não apenas a professores, servidores e estudantes, que são uma pequena minoria da população brasileira, que fazem parte da comunidade universitária e que deveriam ser os primeiros a buscar romper os muros dessa instituição para compreender a realidade que estudam e transformá-la.


Taxa de FI retorna e tem seu valor aumentado para R$100,00.


Dentre as taxas definidas pela resolução a que gera mais polêmica e discussão é a taxa de FI, cobrada por cada disciplina que o estudante vai se matricular que tenha rodado anteriormente por frequentar menos de 75% das aulas. A imposição dessa taxa pela administração da UFSC é baseada na própria necessidade da frequência, necessária de acordo com essa administração, para justificar os custos da universidade com o estudante.

O problema essencial dessa taxa e a discussão central está na insistência da necessidade da frequência obrigatória. Ou seja, acreditam que o aluno é incapaz de definir os rumos de sua própria formação profissional e humana e discernir se essa se dará em sala da aula ou frequentando grupos de estudos, palestras, debates, etc. Em uma universidade no século XXI insistir na necessidade da frequência obrigatória é um atraso gigantesco. Essa só é justificada para garantir que haja alunos assistindo a aulas que não contribuem para sua formação, pois do contrário, isso por si só já faria o estudante frequentar a aula. É fato que as melhores aulas não necessitam de chamada para que os alunos continuem frequentando a aula. A cobrança da taxa de FI erra ao não combater e nem ao menos analisar a causa das faltas, seja ela por problemas pessoais, como a impossibilidade de conciliar trabalho e estudos, ou por problemas curriculares, que geram a incapacidade do aluno de acompanhar uma disciplina se não teve uma base sólida nas disciplinas anteriores. Para piorar recorrem a uma mera punição financeira, que afeta diferentemente o bolso de cada estudante dependendo de sua renda, alem de ser pedagogicamente atrasada, já que é uma punição nada educativa, pois não incentiva a ampliação da formação do estudante, como seria o caso se no lugar da taxa fosse cobrado, por exemplo, a ampliação do tempo de formação extra-curricular para compensar o FI.


O DCE está entrando com ação judicial para reverter essa situação, mas isso não basta. É preciso que todos discutam e se posicionem sobre esse assunto. Por isso participem dos atos nos dias 26 de agosto e 2 de setembro, com concentração no RU e da Assembléia Geral dos Estudantes da UFSC no dia 2 de setembro, no hall da reitoria, por volta das 12:30.



TAXAS:
I – revalidação de diploma de cursos de graduação expedidos por instituições de ensino
superior estrangeiras ......................................................... R$ 2.000,00;
II – reconhecimento de diploma de curso de pós-graduação expedido por instituições de
ensino superior estrangeiras:
a) Mestrado ...............................................................R$ 1.200,00;
b) Doutorado................................................................R$ 1.800,00;
III – registro de diploma expedido por outras instituições de ensino superior do Estado de
Santa Catarina:
a) l.ª via .......................................................................... R$ 150,00;
b) 2.ª via ............... .R$ 300,00;
c) apostilamento de alteração de dados pessoais ............................ R$ 50,00;
d) apostilamento de novas habilitações .................................R$ 50,00;
IV – 2.ª via de diploma de curso de graduação ou pós-graduação..............R$ 300,00;
V – 2.ª via de certificado de especialização ou aperfeiçoamento......R$ 200,00;
VI – 2.ª via certificado de disciplina isolada ou na qualidade de aluno ouvinte de curso de
graduação ou de pós-graduação .................................R$ 100,00;
VII – 2.ª via de certificados de conclusão de curso na educação básica ....R$ 200,00;
VIII – 2.ª via de histórico escolar de curso de graduação ou pós-graduação..R$ 200,00;
IX – matrícula em disciplina de curso de graduação ou de pós-graduação com reprovação
por freqüência insuficiente ................................ R$ 100,00;
X – matrícula por disciplina de alunos especiais em disciplina isolada ou na qualidade de
aluno ouvinte de curso de graduação e de pós-graduação ................... R$50,00.

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Festival de Música da UFSC
O Festival de Música da UFSC foi uma tentativa da Secarte (Secretaria de arte da UFSC) de adaptar a seus moldes uma idéia do ME, o UFSCtock. Apesar de não ter problema algum, com qualquer iniciativa que a reitoria faça para incentivar a arte, queria apontar algumas coisas que eu reparei.
Não tive acesso ainda a quanto a reitoria gastou com esse evento, mas na certa foi muito mais do que o orçamento que o DCE teve para fazer o UFSCtock. Pois é, infelizmente o ME ainda não consegue se financiar sozinho e quando precisamos fazer um evento do porte do UFSCtock, pedimos ajuda a mesma Secarte que fez este evento e adivinha! Para conseguir o minimo para pagar os artistas se passaram inúmeras reuniões e muito stress, até que houvessemos conseguido o mínimo para realizar o evento. Houve quem dissesse que eles só liberaram a grana pois sabem que seria complicado fazer o Festival deles, se não pudessemos fazer o nosso UFSCtock, mas isso é especulação.
Alguém pode pensar, que tudo isso é normal. Afinal eles são os administradores da UFSC e nós meros estudantes querendo fazer festa. Pois bem, nosso evento, nas suas duas edições, teve muito mais sucesso que o deles, repercurtiu em diversos meios de comunicação, veio gente de todo lugar, o espaço para as bandas mostrarem seu trabalho foi muito rico e produtivo. O dinheiro da universidade é dinheiro público. Se os estudantes tem um projeto bom, vontade de faze-lo e iniciativa para isso, qual o problema da utiliação da grana, o problema esta no por que somos graduandos e eles doutores e mestres? E por que o festivalzinho deles deixa muito a desejar?
Fica a reflexão. E como curiosidade, queria contar a todos, que da mesma forma como a administração da universidade se utilizou da idéia do UFSCtock. A anos atrás, eles copiaram um projeto estudantil que visava fazer com que a UFSC mostrasse o que produz para toda a comunidade entorno desta. Hoje conhecemos esse projeto como Sepex.

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Fumaça no céu de Florianopólis
Quem colocou a cabeça para fora de casa essa semana viu um céu cinza, um sol vermelho e/ou uma lua amarela. Alguns acharam até bonito. Talvez não entenderam o que era. Queimadas no centro-oeste, somado ao clima seco fizeram com que nosso céu fica-se dessa forma. Todo mundo deve conhecer alguém que reclamou de dor de garganta ou um pouco de tosse.
Esse clima ta complicado e isso não é algo normal do planeta, disso tenho certeza. A influencia do homem, na busca pela produção de excedente esta exterminando com todo equilíbrio do planeta. Eu queria saber o que a "mãe protetora da natureza" Marina Silva tem pra dizer sobre isso. No minimo, deve ser decepcionante, vou procurar alguma coisa e depois trago pra cá.
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Sei que teria mais coisas pra dizer, sei também que não as falei da melhor forma, nem consegui construir um texto descente. Mas se não fizesse isso, acabaria esquecendo e deixaria para trás. Quem sabe eu continuo os quatro temas em posts separados, aprofundando bem cada um.

18 agosto 2010

1º Debate on-line nas eleições brasileiras

Hoje tivemos o primeiro debate on-line feito no Brasil para as eleições presidenciaveis. Quem transmitiu foi o site da Folha/UOL e estavam presentes Dilma, Serra e Marina. Os demais candidatos nem foram convidados.

Não consegui acompanhar o debate por completo, mas foi interessante principalmente, pela interatividade. Dããã...novidade! Todos os sites de notícias estão falando nisso. Mesmo assim vou dizer de novo, caso você não tenha visto...hehe Durante o debate, o Twitter bombou, os tweets falando sobre o mesmo eram inúmeros o Trending Topics era composto na sua maioria pelo nome dos candidatos e temas relacionados com a eleição.

Destaque para Plínio de Arruda, que mesmo não sendo convidado para o debate soube aproveitar o espaço da internet. Ligou sua Twitcam e comentou quase todas as respostas dos candidatos.

Mas voltando para o debate em si, ao contrário do feito pela Bandeirantes, este me pareceu mais agressivo. Os candidatos exploraram todas suas chances para atacar um ao outro. Segundo analise da Folha, Marina e Dilma se concentraram mais nos ataques a Serra, enquanto este procurou atacar o PT e o governo Lula. Pelo que entendi, eles estão insinuando que Marina teria percebido que suas chances de vitória são nulas e estaria pendendo para o lado da Dilma. Talvez até seja verdade, mas até onde consegui ver, não percebi o mesmo.

Marina começou, de leve ainda, a questionar a polarização entre Dilma e Serra, que a mídia esta dando para essas eleições. Apesar de entender que Marina não é uma alternativa a nenhum desses dois, concordo com ela. Bela democracia essa onde os maiores tem mais oportunidade para aparecer, mais um reflexo do que acontece na sociedade. Onde a pirâmide social se mantêm, já que os que estão no topo tem oportunidade para tudo, tem mais condições de vida, e os do extrato social mais abaixo pouca oportunidade tem de mudar sua condição.

No geral, poucas perguntas boas. Em geral tratam de perguntas do tipo "Se eleito, quanto tu vai investir em tal área?" ou "O que você pretende fazer com o programa tal de autoria do meu partido?". Elas pouco dizem sobre um projeto de nação que cada um defende, qual é o verdadeiro motivo por estarem se candidatando.

Não foi à toa o primeiro programa do Plínio tratou do financiamento de campanha dos outros candidatos, questionando em um minuto, as duas questões que levantem nos paragrafos anteriores. A desigualdade entre os candidatos através de financiamentos gigantescos de campanha e que projeto de nação defenderam primeiro, ou seja, daqueles que os ajudaram a se eleger: os banqueiros. Apesar do vídeo mostrar Dilma e Serra, isso cabe a Marina também. No debate quando perguntada por internauta "se o banco Itaú e a Camargo Corrêa, são importantes doadores eleitorais. Vc acha q eles fazem doações eleitorais por amor ao Brasil?" Marina desconversou, falou mal de caixa 2 (Sério...) e não respondeu a pergunta.

Bom, acho que já escrevi demais. Mas pra quem chegou até aqui, vai um prêmio, assistam o vídeo do Serra Comedor, chegou a ser TT no Twitter.

09 agosto 2010

Eleições 2010 na internet

A corrida eleitoral começou de fato na semana passada, com o primeiro debate televisivo entre os candidatos a presidente. Logo o Orkut estará tomado por fotos com decalques dos números de candidatos; as comunidades estarão debatendo os programas dos candidatos; o Twitter estará tomado de hashtags com o nome dos candidatos, acompanhados do número pra você votar; os TTs sempre terão alguém envolvido com as eleições; o Youtube terá centenas de vídeos da campanha ou de apoio a candidatos; e os blogs pouco falarão de outro tema.

Apesar da internet não ser um meio de comunicação democratizado no Brasil, o debate que rola dentro deste meio cibernético, não só é produtivo, como pode mudar o resultado nas eleições. É nos sites oficiais de campanha dos candidatos, que podemos ver as propostas e os programas por completo. Assim podendo refletir sobre aquilo que eles se propõem a fazer e não sobre aquilo que eles se propõem a nos falar.

Pensando nisso, resolvi escrever uma série de textos baseado na campanha dos presidenciáveis na internet. É apenas um projeto, se vou conseguir concluí-lo não tenho certeza. Mesmo se publicar poucas vezes, espero no mínimo, incentivar as pessoas que acessam o meu blog a utilizar a internet para conhecer mais sobre os candidatos e conhecer suas propostas, programas e ideologias.

Twitter:

Acompanho o Twitter dos 4 candidatos que foram ao debate da Band: @pliniodearruda, @silva_marina, @joseserra_, @dilmabr. Os demais candidatos desconheço a existência de twitter, mas vou procura-los.

@silva_marina Utiliza o twitter muito bem. Responde perguntas de alguns seguidores colando o link das propostas, costuma twittar o dia todo, falando principalmente sobre o Meio Ambiente. Sua campanha no twitter foi comentada em diversos jornais do mundo. Para tanto utiliza-se de uma equipe para atualizar sua página, o que na minha opinião não é problemático, já que independente de quem elegermos, estaremos elegendo um grupo e não apenas uma pessoa.

@pliniodearruda Mesmo tendo seus 80 anos de idade, o Plinio parece ser o único que atualiza pessoalmente o Twitter. O que lhe rendeu certo reconhecimento no microblog. Costuma contar os locais que visita e falar um pouco sobre o tema que debateu nestas visitas. Sempre que participa de uma entrevista, sua assessoria atualiza ao vivo o que o candidato esta discutindo. Além disso, ele separa momentos livres do seu dia para responder aos seus seguidores. Plínio após o debate da Band, foi o primeiro lugar no TT mundial, ele literalmente bombou no microblog, mesmo tendo uma participação amena no debate (assim como os outros três candidatos).

Plinio e Marina parecem ser os dois que melhor se utilizaram do Twitter até este momento da campanha. Numa pesquisa eleitoral feita no Twiiter, pelo @Tvoto, respondida por 19130 twitteiros, Marina tem 25% e Plinio 7,2%. Pontuações muito maiores do que as pontuações feitas nas pesquisas oficiais.

@joseserra_ Serra utiliza o Twitter para mostrar seu lado mais humano. Uma das principais críticas a suas campanhas, sempre foi, e ainda é, a falta de carisma e compaixão do candidato. Assim no twitter, meio onde os marketeiros conseguem construir o candidato que quiserem, sem muitas dificuldades, Serra demonstra um lado mais engraçado, mais descontraído. Porém ele peca em colocar pouco suas posições e falar pouco sobre seu programa.

@dilmabr A candidata do PT é a que menos usa o twitter. Costuma contar mais o que esta fazendo em sua campanha e assim como o Serra não se aprofunda muito no debate sobre as posições políticas. Mesmo assim parece ter uma aceitação maior, que seu arquirival, no @Tvototem 33,2% , enquanto Serra esta com 31%

Isto que fiz, não é uma analise muita profunda sobre a campanha dos candidatos no Twitter. Mas já deu para perceber, que sendo a internet um meio barato de se fazer campanha, é nesse meio que os candidatos “menores” ganham maior espaço.

Ainda não estou comentando as propostas dos candidatos, por isso talvez alguém confunda essa analise, com algo imparcial. Pois bem, para os que não sabem ainda, já fiz minha escolha. Meu voto é do Plinio e apesar de pretender buscar saber sobre todos os presidenciaveis, não tenho a mínima pretensão de fazer um acompanhamento imparcial. Primeiro que isso não faz sentido nenhum, não estou aqui para promover a “Democracia” e sim buscar destrinchar os candidatos para mostrar como a minha escolha é a mais correta (hehe). Segundo, que não existe uma analise imparcial dos fatos, existem inúmeros fatores que nos influenciam e mesmo que tentasse fazer um “jornalismo imparcial”, estaria sendo parcial.

P.S.: A intenção de começar a escrever estes textos é para que as pessoas comentem o que escrevo e discutam a campanha comigo, se não isto perde sentido. Obrigado pelo apoio!!! =D