21 setembro 2009

O Esporte na Universidade


Como anda o esporte na UFSC? Quem pratica?


O esporte é esquecido e tido como secundário na vida universitária. Tentando dar um primeiro passo para mudança desta conjuntura, a Coordenação de Esportes do DCE - Luis Travassos chama toda a comunidade acadêmica para o Debate: Esporte na Universidade. O intuito é de debater sobre a estrutura universitária para a prática desportiva, assim como a cultura universitária que marginaliza o esporte na UFSC. Para assim apontar algumas formas de reavivar o esporte como parte integrante da formação de qualquer individuo como ser histórico e social.


Dia 23/09 (Quarta-feira)

Local: Auditório do CDS

Horário: 18:30


Convidados:


- Paulo Capela - Professor do Departamento de Educação Física da UFSC;

- Manuel Rebelo - Presidente da Federação Catarinense de Desporto Universitário (FCDU);

- Nilson Ouriques - Professor de Educação Física da Unoesc/Joaçaba, Mestre em Sociologia Política pela UFSC;

- Paulo Macedo - Representante da Coordenadoria do Apoio ao Esporte da UFSC, Responsável por eventos esportivos na Universidade.


DCE - Luis Travassos

Gestão Boas Novas 2008-2009

www.dce.ufsc.br

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09 setembro 2009

Dia da independência!

No dia 07 de setembro se comemorou mais uma vez o dia da independência. Que hipocrisia! O mais engraçado é que desde o ensino fundamental se aprende que um certo português, com o mesmo nome deste que os escreve, num belo dia, às margens do rio Ipiranga declarou a independência do Brasil com relação a sua metrópole, Portugal.

Agora, avaliamos a situação incoerente: um português, que por sinal era herdeiro do trono de Portugal declara a independencia brasileira?!?! Não houve nenhum tipo de mobilização, nenhum conflito, o povo mal sabia o que estava acontecendo, quanto mais tinha alguma participação naquilo. Mesmo assim comemoramos o dia da Independência.

Digo mais, a independência que o Brasil tem desde aquela data até os dias de hoje é questionável. Afinal somos dependentes economicamente, tecnologicamente e até na ideologia. No campo das idéias importamos da Europa, dos Estados Unidos e demais países, mas não criamos nosso pensamento a partir de nosso contexto, de nossa realidade, de nossa cultura e história.

Dia da Independencia! HIPOCRISIA!

P.S.: Estou de mau-humor

02 setembro 2009

Chomsky: a liberdade de expressão é propriedade das corporações midiáticas.

Não estou conseguindo escrever periodicamente no blog, então resolvi colar outro texto interessante que encontrei no Blog do Turquinho. Fala sobre a livre expressão e a mídia estadosunidense, mas leva a nós pensarmos se o Brasil não funciona da mesma maneira.

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Caracas, 25 Ago. ABN.- Se bem que a liberdade de expressão foi uma conquista dos estadunidenses nos anos 60, hoje está sob o controle de grandes corporações midiáticas que pertencem aos que ostentam o poder econômico.

A premissa pertence ao ensaísta e linguista norte-americano Noam Chomsky, que na segunda-feira passada ofereceu uma conferência magistral na Sala Ríos Reyna, do Teatro Teresa Carreño, em Caracas.

"Nos Estados Unidos o sistema sócio-econômico está projetado para que o controle dos meios esteja nas mãos duma minoria, dona de grandes corporações (...) e o resultado é que sob omanto da 'liberdade de expressão' estão sempre os interesses financeiros desses grupos".

Destacou que as corporações midiáticas são especialistas em desviar a atenção dos grandes temas para centrar a opinião pública em questões como a moda ou o espetáculo em diversos momentos da conjuntura.

Apesar disso, ressaltu que os meios foram os responsáveis pela vitória do atual Chefe de Estado norte-americano Barack Obama, o que, a juízo de Chomsky, contribuiu para a crescente decepção que rodeia o mandatário, porque chegou à presidência sob um lema publicitário que carecia de discurso político.

"Esta decepção com Obama era previsível. Seu lema de campanha foi 'mudança e esperança', mas nunca especificou em que sentido e isso é o que eles sabem fazer, mercadejar os candidatos da mesma maneira que promovem um pasta de dentes", disse o intelectual estadunidense.

Por isso, Chomsky agregou que para falar de liberdade de expressão, os Estados Unidos devem passar obrigatoriamente por permitir o uso dos meios sem que a mão dessas corporações maneje o conteúdo do discurso.

Essa postura foi respaldada pelo economista Michael Albert, que acrescentou que exercer o direito a expressar-se sem restrições nos Estados Unidos implica necessariamente a luta contra as grandes corporações midiáticas que têm o poder sobre o que transmite através da televisão, da rádio e da imprensa.

"A liberdade de expressão é um importante valor para a sociedade norte-americana (...) Mas o que não se adverte é que os que creem exercê-la na plenitude, o fazen sob os desejos dos donos do império midiático e isso em definitivo não é liberdade", sentenciou.

Fonte: Agencia Bolivariana de Noticias